Mariel.
Pra não dizer que não atualizei nada, finalmente escrevi mais no resumo da Jean e de sua vestimenta, a Witchblade. TUdo isso para poder transcrever aqui depois. Mas ainda não é a vez dela.
BEM, ESTA É A 3ª ZUDA DE QUEM VOU TRANSCREVER UM RESUMO. VAMOS A ELA.
Kethryn ORTEGA DEL DESIERTO (sim, eu sei. É um nome COMPLETAMENTE escroto porque o nome, lindo, maravilhoso, não tem nada a ver com o sobrenome) é nicaraguense, tem 18 anos, 204 cm de altura e cresce até 5.000.000.000.000 léguas aproximadamente. SUas medidas originais são: 93 Kg, 149 cm de busto, 119 cm de quadril, 76 cm de cintura e 79 cm de coxas. É branca, de cabelos e olhos castanhos. Pratica, como arte marcial principal, Collegiate Wrestling. Podendo adentrar um Sistema Solar inteiro, engloba os poderes de Sistema Planetário, usando os golpes deles. Além disso, controla as emissões magnéticas das estrelas e uma energia equivalente a uma liberação Gama. Golpes individuais: Onda Devastadora Gama, Magnetismo-Mor e Espada do Vácuo Luminoso Magnético (Jikkou Shinku Ken) e Magnezona. Golpes coletivos: Coroa de Fogo e Tiara de Gelo e Força Fraternal. O limite de sua força é alcançado quando X veste a Armadura Aurora. Pra quem não conhece esta armadura de X, ei-la. Vale ressalvar que a Armadura Aurora é a mais destrutiva se for levar em conta o aspecto quantitativo, uma vez que 6 das zudas caem de uma vez só quando ele a usa:
Kethryn sempre quis trabalhar na polícia, ainda mais quando via as poucas policiais de seu país atuando de forma exemplar e encorajadora. Mas o pai nunca quis que ela seguisse carreira, ainda que a mãe e a irmã mais nova a apoiassem. Aos 10 anos, começou a ter um rápido crescimento corporal e peitoral, sendo a mulher mais alta e peituda da cidade aos 18 anos e sendo o orgulho da mãe e irmã, mas o pai via isso de forma perjorativa e vergonhosa. Sem o pai saber, Kethryn começou a treinar com uma colega policial federal aos 11 anos. Mostrou que levava jeito para a coisa. Cada vez mais alta, o pai ficava cada vez mais abitolado com isso. Aos 13, conseguiu uma madrinha (a mesma que a treinava) para estagiar na Polícia Federal da Nicarágua. E, devido à sua altíssima competência e sagacidade, ganhava bem mais que o pai. O machismo dele misturado com a frustração mais a aversão à filha, por considerá-la uma anormalidade, fez crescer dentro dele algo que nunca ele tinha pensado antes. E tal sensação foi se transformando em sentimento, que foi ficando cada vez mais forte, até que um dia ele perdeu o controle. Colocou uma dose cavalar de tranqüilizante em um copo de água e foi levar na cama da filha. Sentindo rapidamente os efeitos do tranqüilizante, Kethryn não pode fazer muita coisa, a não ser chorar meio entorpecida quando seu pai a violentou. Isso aos 16 anos. A família ficou horrorizada quando soube e sua mãe quis se separar logo dele, deixando-o no isolamento. Para ajuda-la a esquecer do trauma, se mudaram para o outro lado da cidade. Sua capacidade excepcional de dedução a fez subir no quadro de funcionários da Polícia Federal nicaraguense. Como uma praga que a perseguia, era rodeada de machistas, que diziam coisas muito chulas sobre como ela ter subido tanto de emprego e tão rápido. Ficou com uma raiva profunda de homens, mesmo as colegas a apoiando. Ficava com mais raiva ainda porque, sempre que armavam uma arapuca para ela, Kethryn ficava com cicatrizes (físicas, principalmente) quando escapava.
Por essa razão e pelo sadismo pelos que a mantinham em cativeiro, Kethryn tem algumas cicatrizes espalhadas pelo corpo, mais concentradas "nas partes mais importantes de uma mulher". Como positivo, nunca mais deixou que violassem seu corpo de novo e sempre escapou do que seria um "rodízio" certo. Inevitavelmente, acabou encontrando e conhecendo Cassius, por este ser um funcionário do alto escalão da INTERPOL. EM uma das missões, ela acabou se encontrando com Ícaro. Este ficou espantado com a capacidade de dedução dela (ele não é muito bom nisso. Vai mais pelo chutômetro e pelo instinto, o que já o salvou de muitos perigos) e não se importou em acatar suas sugestões e ordens porque, como ele foi mandado como APOIO, quem estava no comando da missão era Kethryn, então com 18 anos. Quase todos os caras estavam fulos da vida por ter uma mulher comandando a eles. Um dos poucos que não ligava para isso era Ícaro, uma vez que ele tem como foco o sucesso de uma missão, independentemente de quem a comanda. Cumprida a missão conjunta com louvor, Ícaro, percebendo o abatimento dela com essas coisas, a chamou para comer em um self-service e ela gostou bastante da conversa. Poucas vezes um homem tinha sido tão cortês com ela e a tratado como uma mulher. Tanta eficiência levou a umas férias com sua madrinha na PF. Decidiram passa-las na região dos Grandes Lagos. Lá, Kethryn conheceu as outras zudas e se tornou muito amiga delas, dadas várias semelhanças. Estava com elas no incidente do caminhão quando passou a crescer incontrolavemente. Conseguiu manter a luta contra X até ele vestir a armadura aurora. Embora ela o tivesse atingido com vários de seus golpes, incluindo o seu mais forte (Espada do Vácuo Luminono Magnético), Kethryn sucumbiu perante o Taiyo Rekkoudan (algo como Bala de Luz Penetrante Solar) à curta distância. Este foi o mesmo golpe que, acidentalmente, transformou Thuli em forma humana (isso é outra história).
Depois da derrota e de ter sido trazida de volta à Terra, Ket, como as zudas a chamavam carinhosamente, aceitou trabalhar nos Mavericks e ela passou a coordenar o apoio logístico da agência. Afinal de contas, como policial, ela também atuava para ajudar as pessoas em desastres naturais (ou não) e em operações de resgate em massa. Com a capacidade de dedução e percepção dela para esse tipo de coisa e o aparato incomparável dos Mavericks também para esse tipo de coisa, tem tudo para casar com pompa. Mesmo com o jeito grosseiro e ríspido do Cassius com as mulheres, Ket acaba tendo uma certa admiração por ele (Cassius reúne um pouco a capacidade de dedução de Cassius com o instinto quase infalível de X). Surpreentemente, fica bastante amiga também de Flávia, que curte uma festa de tiros.
Kethryn é uma mulher extremamente madura e competente para alguém da sua idade (aprendeu isso do pior jeito), romântica, apesar de parecer TUDO menos isso, decidida, orgulhosa, determinada, sincera, companheira pra todas as horas e... também sabe pompoarismo, eheheh (cortesia da "madrinha"). Fora o fato de ser uma excelentíssima artista marcial. Não é zuda à toa.
Bem, o que acham dela? Notem que ela teve várias marcas negativas no passado, principalmente psicológicas. Achei bem interessante explorar esse ponto.
E, quem é viciada(o) reparou que eu me baseei na CHun-li para compô-la.
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