segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Zuda da vez: Aidê

Mariel postando.

Mais uma! E é uma das 4 mais fortes!

Patrícia AidÊ ULRURU MAORIA nasceu no dia 4 de abril, tem 24 anos, é angolana, capoeirista, a parte do corpo que mais gosta são os olhos, adora jogar conversa fora e possui as seguintes medidas: 222 cm de altura, (podendo chegar a 90 milhões de décadas-luz, ou 900 milhões de anos luz), 105 kg de peso, 105 kg, 100 cm de busto, 101 cm de quadril, 58 cm de cintura e 65 cm de coxas. Tem também os cabelos prateados e crespos e tem olhos castanho-escuros. É a versão feminina do chamado "negão", a "negona", por ser maior que muito jogador de basquete e ser bem musculosa, apesar de ser bem feminina.

Poderes: Equivalente a um superaglomerado, engloba os poderes de um grupo, usando os golpes deles. Controla a energia útil (que não é desperdiçada) dos Superaglomerados. Golpes Individuais: Transformação Estelar, Conversão Geral, Matéria Resultante, Torpor Ótico, Espelho Magnético, Divisão Nula Energética e União Pontual Fulminante e Potência Total. Golpes Coletivos: Coroa de Fogo, Tiara de Gelo, Elmo Eólico, Capacete Cinético, Feixe Estático e Radiação Profunda e Força Fraternal. O limite de sua força é alcançado quando X veste a Armadura Supersônica. Esta é a 3ª armadura mais forte dele, pra lá de apelona, quando ele usa O CONTROLE DO CAOS.

Mesmo não sendo uma arte nativa de seu país, a capoeira sempre fez parte da vida de Aidê. Gosta mais do seu 2º nome do que do 1º. Ela foi adotada pelo Mestre Berimbau, explicando em parte seu enorme interesse pela Capoeira. Ela ainda só mamava na mãe quando seus pais viajavam junto com Mestre Berimbau e acabaram entrando em um perímetro de guerra, dos militares contra rebeldes. Com isso, os pais dela se separaram de Berimbau e até hoje não se encontraram de novo (foram dados como mortos), passando ele a ser o responsável e tutor da Aidê. Com 11 meses de idade, começou a crescer rapidamente. Aos 5 anos, já era maior que muitos adultos. Depois, foi crescendo em ritmo menor, até os 17 anos, quando alcançou os 223 cm de altura. Enquanto isso, ficou melhor que o Mestre, mas não quis pegar o cordão, querendo levar apenas os preceitos da capoeira. Um dos motivos é que quase nenhum homem gostava dela, por conta da inveja que tinham. Com isso, começou a pegar aversão a eles, com exceção do Mestre. Como todo castigo é pouco, o Mestre acabou ficando muito doente. Naturalmente, Aidê seria a sucessora, por já tê-lo derrotado mais de uma vez e ter mais habilidade do que todo mundo, mas devido ao clima pesado que existia entre ela e os caras, resolveu deixar pra lá, mesmo as garotas apoiando-a. Não satisfeitos com isso, eles foram na surdina da noite desafiar as capoeiristas e venceram por terem-nas pego de supetão e de repente.

Assim que Aidê soube disso, como vingança, eles foram derrotados pelas garotas (que eram em quantidade 3 vezes menor) em seu estado normal, despertas e prontas para qualquer parada, destruindo completamente a confiança deles. Ainda assim ela não quis segurar o pepino, aconselhando a elas que tomassem conta da capoeira e do Mestre. Quando pequena, pedia esmola na rua, ainda que o Mestre não gostasse disso. Ele também não tinha condições de colocá-la em uma escola decente, por causa da distância (e da grana. Eram todas órfãs e o dinheiro ia todo para garantir comida e roupa para elas), mas ela nunca se importou com isso. Aprendeu a ler, em parte sozinha, sempre praticando antes de dormir e com a ajuda de 2 amigos dela (1 casal). Quando o carinha se mudou de lá, ficou a colega ensinando. Quando chegou aos 17 anos (época que o mestre adoeceu e ocorreu a rachadura na capoeira), ela resolveu sair pelo mundo desafiando outros artistas marciais. Ganhou de quase todos os caras. Fez uma breve parada nos Estados Unidos, onde achou gente mais forte ainda (consequentemente, mais grana pro bolso dela). Usava parte da grana para aprender a ler em outras línguas (ela tem o talento de aprender muito rápido outras línguas). De todos os caras que desafiou, de 3 ela se lembrou bem: um ruivo 30 cm menor do que ela, que deu um certo trabalho, mas ganhou. O outro era um armário que, embora 15 cm menor que ela, era 30 kg mais pesado, o que acabou proporcionando um empate (mas ele saiu bem mais machucado). Do Cassius (o ruivo) ela ganhou uma nota preta. Com Zero, ficou na mesma. Até que Rock ficou sabendo de uma mulher que tinha ganho do mestre dele e resolveu desafiá-la. Para incredulidade de Aidê, ele era um dos mais baixos que ela lutou: quase meio metro de vantagem para ela, além de ser quase 30 kg mais pesada. Mesmo com essa diferença, a luta foi espetacular. Nunca na carreira dela Aidê viu tanta gente vendo uma luta em que ela participasse. No fim, em função dos golpes trocados, Aidê acabou perdendo a luta.

Só que saiu mais inteira (ela não quebrou 3 costelas, nem teve a pálpebra aberta). Aidê queria usar a grana que ganhou para tratar dos ferimentos de Ícaro, mas este disse que não era necessário, coisa que se comprovou posteriormente. Ainda preocupada com o estado do rapaz, AidÊ se prontificou a ficar com ele enquanto se recuperasse, passando a noite em um hospital (coincidentemente, Doutor Ido era diretor do hospital). Aproveitando a ocasião, Ícaro perguntou porque ela usava capoeira para ganhar grana, uma vez que ele sabia que não era pra isso que ela tinha estudado a arte desde pequena. Se confidenciando com ele, Aidê contou o que aconteceu no local onde ela mora. X sugeriu a ela que voltasse para colocar as coisas em ordem, mas Aidê já tinha decidido viajar pelo mundo, desafiando os homens, para descobrir se tinha algum fundamento lógico eles se acharem melhores e mais fortes que mulheres. Ícaro deu a opinião dele, dizendo que isso era da cabeça de cada um e que homens e mulheres se equivaliam, no fim das contas. Mas Aidê queria achar a própria resposta dela, andando pelo mundo e conhecendo diferentes estilos de lutas, sempre ganhando dos desafiantes. Rolavam algumas desafiantes também, mas a coisa acabava se tornando uma espécie de treino e, quando rolava lutas em dupla, Aidê até ajudava as garotas. EM uma das andanças, foi ao Canadá, nos Grandes Lagos. EM um evento que reunia artes marciais estrangeiras. Lá conheceu as outras zudas e ficou muito amiga delas. Daí houve o incidente e Dannyelle cresceu até beirar 1 bilhão de anos-luz, tomando conta de mais de 3% do céu inteiro. O jogo de cintura de Aidê deu muito trabalho a X. Como surpresa inesperada, Chuck NOrris aparece nessa luta com a Armadura Supersônica e, vendo que X estava em desvantagem numérica, ficaram os 2 homens, contra 3 mulheres (Aidê, Verônica e Sarah).

Apesar de ser considerado o foda dos fodas e de realmente ter ajudado X bastante, Chuck não foi páreo para as zudas (descobriu que tem pessoas no universo mais forte que ele) e, antes de partir dessa pra uma melhor, se mandou todo quebrado pra ninguém sabe onde (covardão, fugiu da luta). Seja como for, X conseguiu trazer Aidê e todas as outras de volta para o lar. Devido à incomum facilidade em aprender outras línguas e dialetos, Aidê foi trabalhar nos Mavericks, além de lutadora de elite (capoeirista sabe lutar barbaridade) e de ser coreógrafa marcial, também se infiltra como espiã e intérprete (para quem não souber a lingua do lugar em questão). Aidê fez um pedido assim que ingressou nos Mavericks: nunca soube de verdade o que aconteceu com os pais. Então voltou à Angola para falar com Mestre Berimbau. Chegou tarde demais. Ele havia morrido há 4 dias. Ela ficou sabendo que os Mavericks, sob certas condições, poderiam reanimar mortos. Mas, depois de 84 horas de morto, a situação era irreversível. Após cair em todo o pranto que tinha direito, foi parar pra ver como estava o pessoal. A maioria dos caras, inconformados por terem perdido pras garotas, deixaram o lugar. Do tempo de AidÊ, só tinha o mais novo e o mais velho. OS outros rapazes não a conheciam. E a comunidade ia muito bem, obrigado. Mestre Berimbau ensinou a todas como se cuidarem e a cuidarem umas das outras, passando isso para os novatos e mais novos. Aidê achou uma carta escrita no leito de morte dele, onde deu uma pista para o provável paradeiro dos pais. Depois de procurar bastante, chegou a um lugar relativamente pacífico de Angola, onde tinha uma espécie de xerife tomando conta do local. Tal homem, de 41 anos, era o seu pai. O reencontro foi emocionante, mais ainda quando soube que a mãe dela já tinha tuberculose e a zona de guerra só piorou o estado dela, morrendo 5 anos depois. O pai dela, de nome Lao Shiva, estava vivendo com uma outra mulher, de 42 anos.

Pode-se dizer que Lao escolheu bem porque a atual esposa era companheira, porto seguro de Lao, amiga e o ajudou a superar a perda da esposa anterior. AidÊ estranhou o fato de ter uma madrasta, a princípio e pediu um tempo para digerir a idéia. Mas ficou muito contente com o reencontro com o pai. Se tudo der certo, Aidê vai voltar a viver com o pai e a "nova mãe".

Isso tudo ajudou a construir a personalidade de Aidê: aprendeu a conquistar as coisas por si própria, não existe a palavra "desistir" em seu vocabulário, extremamente competente e ingeligente, cuida das companheiras, é implacável com quem se mete a besta, grande amiga, conversadeira que só, do tipo que pode ligar para ela ou ir na casa no meio da madrugada. As zudas a pegaram como vice-líder, vamos dizer assim, por ajudar a cuidar do lugar onde morava quando mais moça. E também é uma das mais maduras delas, tanto pela idade quanto pelo que passou durante a vida. Por enquanto, ela quer mais é estabilizar a vida, antes de encontrar um companheiro. Está tentando espairecer a cabeça, indo a altas casas de show, na azaração. E é óbvio que tem cara a fim dela.

E então? Quais as opiniões?

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