sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Divagando

Mariel.

Hoje não escrevi nada. Tô descontando tudo no blog.

Voltando ao escopo das personagens, também decidi qual profissão teriam. Mas a idéia era colocar a maioria onde a função é predominantemente masculina, como física nuclear, engenheira civil, mecânica, marinha e aeronáutica, dentre outras que me esqueci agora. Logo, é natural pensar que elas sofreriam bastante por estarem em profissões tachadas de "pra homem". Ah, também temos uma corredora. Embora tenhamos corredoras, o percentual é bem pequeno.

E eu fiz isso de modo que elas fossem as melhores no que fazem, sendo verdadeiros gênios. QUanto aos três homens, também não ficam por menos. Um deles é engenheiro genético, analista de sistemas e policial da Interpol, além de subdelegado da polícia federal grega.

Foi pensando nessas coisas aos poucos que fui escrevendo, escrevendo... e me empolgando. E as garotas pra quem eu contava a história, se empolgando em sua maioria (inclusive, eu parei um pouco porque eu senti que estava sendo chato em só falar nisso).

O interessante foi que eu comecei "do meio", ou seja, já na luta. Durante o caminho que tive que ir pensando e montando as fichas. Eu posso definir o "fluxograma" da história assim:

Fichas
Fichas das Armaduras
Passado das personagens
LUTA PRINCIPAL
Entressaga
AS GRANDIOSAS MURALHAS SAGRADAS
Anexos
Extras (ou especiais, como queiram)
Jogo modificado (bônus)
Situações cotidianas, como esportes
Situações grupais, como banda de música

LEvando em conta tudo isso, acho que levarei entre 11 e 12 anos pra terminar todo o esquema da história. E tem que ter um final, né? Apesar de ser meu xodó, se tem começo, tem que ter meio e fim. INclusive, estou pensando seriamente em deixar pra mais uma ou duas pessoas a idéia e escreverem, caso venha a ocorrer algo comigo que me impeça de continuar escrevendo.

Fatalmente, há Fan Service, mas eu procurei fazer uma coisa mais igual e ter eles também pras garotas. Afinal, elas merecem, por terem gostado tanto da minha história e valem o sacrifício de falar sobre um homem... bem, deixem pra ler.

Pra história não ficar mais chata ainda de se ler, eu a fiz multimídia. Ou seja, ela é composta de texto, música e ilustrações. Como é a nível amador e ainda não distribuí nem coisa do tipo, ainda não mexi nessa parte, mas vou ter que mexer se a coisa crescer demais. Sabem como é, direitos autorais.

Finalmente, acho que terminei a "introdução", o que eu queria falar que me inspirou a escrever. O que eu queria, principalmente, era escrever uma história onde a mulher pudesse tudo de tudo E mostrar que há uma equivalência entre ambos ou sexos (diferente de igualdade) e que um presica do outro, por mais que seus extremos esbravejem o contrário. Minha opinião, óbvio. Tanto que, na hora de dar juízo de razão, as zudas dizem que querem mudar tudo por conta da predominância do patriarcado desde os primórdios e está na hora de elas assumirem o controle (perfeitamente compreensível, por tudo o que passaram). Ele rebate, dizendo que não cabe a elas decidir sobre a vida. Fiquem pensando em quem vocês consideram certos.

Na próxima postagem, vou começar a descrever brevemente o perfil das garotas. Quem passar a frequentar o blog, fique à vontade para opinar.

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